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segunda-feira, 26 de abril de 2010

"Deter o poder cósmico, meu filho, é tudo que você quer na vida."

Outro dia, visitando o blog Eclipse, me deparei com este diálogo tocante entre pai e filho:


Vale destacar a seriedade e calma com o que o pai responde à questão.

E o que este pequeno pimpolho aprendeu?

"O nulificador total é importantíssimo."
"Deter o poder cósmico é tudo que se pode querer na vida"
"Galactus existe. Quarteto Fantástico não."
"Galactus é ninja. É barra pesada."

Pena que não são todos os pais que conseguem ter diálogos tão profundos com os filhos.


sábado, 7 de julho de 2007

Desabafos numa madrugada...

O sono se perde em meio a pensamentos confusos e belas lembranças, e parece que não volta mais... Sento-me em frente ao computador, no meio da madrugada, para passar o tempo. Tudo que vêm à minha mente são lembranças, e os registros de diálogos, textos e fotos só fazem lembrar mais ainda o que em vão ainda insisto em tentar esquecer.
Disseram-me lá atrás que era arriscado demais ir por esse caminho, que a dor da decepção e da saudade seriam amargas demais. Mas que tolo apaixonado escuta esses conselhos quando o amor invade sem avisar sua vida? O cara que ama sente-se tão forte que se acha impune a essas “coisas mortais”, já que ele ficou onipotente e poderoso depois de ser invadido pelo sentimento mais belo e traiçoeiro do mundo.
Todo esse discurso “dor-de-cotovelo” faz parecer que isso tudo não vale a pena, mas não é isso. Arrependimentos? É meio difícil dizer sim ou não... Apesar de todas as seqüelas e marcas deixadas, seria um insulto dizer que não viveria de novo um amor que fez sofrer demais. As lembranças e todo o aprendizado são belos demais, e é difícil dizer que não valeu a pena. Até que tudo isso dá bastante história pra contar, inclusive pra escrever, como faço neste momento...
O que fazer então, se de vez em quando as lembranças voltam e perco o sono? O jeito é ser paciente e esperar que a saudade se transforme aos poucos em lembranças boas, do tempo que se era forte e imbatível...
Por ora então termino de escrever, como o último biscoito de limão do pacote e vou tentando entender como a minha caixa de som do PC com o volume no mínimo pegou sinal de rádio e está tocando músicas dos anos 80... Mais uma charada pra madrugada.


Escrito numa dessas madrugadas em que a saudade bate forte...

sexta-feira, 8 de junho de 2007

O Dilema do Sinal de Trânsito

Certas vezes nos deparamos com situações simplórias do dia-a-dia que nos fazem viajar e até filosofar... 
Eu andava distraído e leve na rua, meio que sem rumo, numa noite tranquila e de clima agradável. Parei no semáforo para atravessar a rua, já que precisava ir pro outro lado pra continuar andando em direção a lugar algum. O sinal se encontrava fechado. Esperei olhando fixamente para a luz vermelha da lanterna lateral, esperando ela apagar e então a verde de cima finalmente se acender. "Quanto mais a gente olha pra ela, mais ela demora a se apagar", veio um pensamento inútil na mente. A luz continuava vermelha. Parecia uma eternidade aquele momento. A expectativa fazia aumentar ainda mais a demora, e a luz parecia que ia continuar congelada, e nunca se apagar. Até que se apagou, e me pegou de surpresa. Atravessei a rua e percebí que estava tendo um acesso filosófico que agora vos escrevo:
"Na vida, quando temos um objetivo ou sonho, nem sempre conseguimos alcançá-lo de imediato. A demora ou as barreiras às vezes nos fazem olhar para o lado e decidir que tal meta é inalcançável, que tudo não passou de sonho ou ilusão. Tentamos esquecer e ser realistas, e decidir procurar um outro caminho, uma outra rua pra atravessar. Mas não importa o quanto demore, o quanto pareça que nunca vai acontecer, a lanterna do sinal sempre vai mudar. Uma hora aparecerá uma oportunidade de alcançar ou chegar mais perto da meta, basta ter paciência. Não adianta ficar encarando a lanterna, isso só faz com que ela demore mais ainda pra se apagar. O jeito às vezes é virar o rosto pro lado e evitar olhá-la, e fitar e admirar a paisagem ao redor do sinal de trânsito, prestar atenção em lugares que nunca tinha reparado, até chegar à hora de atravessar a rua."
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